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Mercado de acústica teve impacto menor durante a pandemia, aponta pesquisa junto a empresas associadas

15/09/2020 - 15:29

Um dos momentos mais dramáticos para a economia global e brasileira, ocasionado pela pandemia da Covid-19, com impacto devastador em muitos setores, gerou redução menor do que a esperada na atividade da cadeia produtiva de soluções acústicas para áreas construídas e meio ambiente. É o que aponta a pesquisa realizada com as empresas associadas à ProAcústica.



Demanda para a criação de espaços com conforto acústico em home-office, melhoria ou introdução da acústica hospitalar em espaços existentes ou em novas unidades de saúde; e a necessidade de criação de ambientes mais estanques às influências externas em diferentes setores colaboraram com a manutenção do setor produtivo de soluções acústicas.

Para o presidente executivo da entidade, Luciano Nakad Marcolino, “parte dessa desaceleração menor do que a esperada pela maioria se deve às necessidades criadas pelo isolamento e distanciamento social, como a demanda para a criação de espaços com conforto acústico em Home Office; melhoria ou introdução da acústica hospitalar em espaços existentes ou em novas unidades de saúde; e a necessidade de criação de ambientes mais estanques às influências externas em diferentes setores durante a pandemia; entre outras situações”.

A pesquisa foi realizada entre 27/07/2020 e 07/08/2020, com as empresas associadas à ProAcústica. Com relação à quantidade de projetos, volume de produção e vendas, em andamento, a pesquisa, que teve 81% de adesão por parte das empresas associadas, mostrou que quase a metade, 48%, seguiu com as atividades em nível semelhante ao de antes da pandemia; 31% sofreu desaceleração e 22% teve efeito semelhante ao do grupo anterior ou foi paralisado.

Frente ao contexto atual de uma pandemia que atingiu o platô nos números de mortes, mas, que ao mesmo tempo, não vislumbra um início na redução das contaminações e mortes, as empresas se posicionaram em 46% como neutras, 32% como otimistas, 15% como pessimistas, 5% como muito otimistas e 2% muito pessimistas em relação à expectativa sobre os impactos gerais da crise.

Na questão financeira, o retrato é de um impacto negativo para 46% das empresas e neutro para 43%. O impacto positivo foi apontado por 6% e negativamente severo por 5%. Em contraponto, 68% afirmaram que a capacidade financeira atual é suficiente para a manutenção das atividades; e 17%, nesse panorama, garantem mesmo nível de atividade por 4 meses ou mais; seguido por 6%, 3 meses; 5%, 2 meses; e 5%, que estão no limite financeiro.

Futuro híbrido

Outro aspecto significativo do levantamento foi em relação ao quadro de colaboradores das empresas e manutenção do emprego. Nesse quesito, o dado é bastante alentador, pois mostra que, nesses quatro meses críticos de isolamento social, ao final de julho e início de agosto, 60% das empresas manteve o quadro de colaboradores, 12% ampliou o quadro de colaboradores e 15% reduziu em até 20%. As demais, 9% reduziram entre 20% e 50% o número de colaboradores e 4%, entre 50% e mais que 70%.

O desempenho das atividades do trabalho remoto foi um aspecto relevante apontado pelos gestores. 66% deles afirmou que o trabalho se manteve produtivo e 23% assinalou que a experiência foi muito produtiva. Números que demonstram uma visão positiva do formato de trabalho para 89% dos gestores do setor. Apenas para 11% deles o modelo se mostrou pouco produtivo.

Nesse contexto do trabalho à distância, 71% das empresas entende que a sociedade viverá um futuro híbrido, com o uso cada vez mais intenso de ferramentas virtuais, mas voltará à rotina de convívio. Já 15% acha que a comunidade global mudará o modo de trabalhar após a pandemia, com intenso uso de ferramentas virtuais colaborativas. E 14% analisa que os mercados voltarão ao sistema tradicional, uma vez que o distanciamento social não proporciona a interação e controle necessários.

A pesquisa da ProAcústica obteve participação de escritórios de arquitetura e engenharia (2%), laboratórios de serviços metrológicos de medição (8%), empresas de instalação e distribuição (11%), escritórios de projeto e consultoria em acústica (32%) e fabricantes de produtos acústicos (48%). De um total de 80 empresas associadas, 65 responderam os itens perguntados.

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